Edifício Antônio Ceppas.
O bloco modernista de Jorge Machado Moreira sob o Corcovado.
O bloco modernista de Jorge Machado Moreira sob o Corcovado.
O Edifício Antônio Ceppas é o edifício residencial mais citado na literatura arquitetônica do Jardim Botânico. Jorge Machado Moreira — o arquiteto da cidade universitária da UFRJ na Ilha do Fundão — o projetou em 1946 para a família Ceppas; a construção ocorreu de 1950 a 1952. Seis pavimentos sobre pilotis abertos, quatro apartamentos por andar, vinte e quatro unidades no total.
A fachada é o motivo pelo qual os fotógrafos continuam voltando: uma grelha de concreto preenchida, andar a andar, com brises, cobogós e venezianas de treliça de madeira móvel, de modo que o edifício se apresenta de forma diferente conforme os moradores tenham regulado sua proteção solar naquele dia. Os painéis cerâmicos e o jardim são de Roberto Burle Marx. A prefeitura tombou o edifício como patrimônio municipal em setembro de 2010.
Tempos a pé e de carro até os pontos que definem onde você mora no Rio — praia, metrô, aeroportos, âncoras do bairro.
Rua Benjamim Batista 180, Jardim Botânico, Rio de Janeiro — 22461-120
Abra o mapa completo do Charlie →Projetado em 1946, na mesma onda pós-guerra dos blocos do Parque Guinle de Lúcio Costa, e construído entre 1950 e 1952. Moreira adaptou o vocabulário do bloco residencial corbusiano ao clima carioca — cada abertura nas faces expostas ao sol recebeu um fechamento em camadas com treliça superior, janela central de madeira e vidro e painel veneziano inferior.
O nível térreo foi deixado aberto sobre pilotis como espaço de lazer compartilhado, com Burle Marx responsável pelo paisagismo e pelos painéis cerâmicos decorativos — uma das combinações mais nítidas remanescentes de sua obra residencial inicial com um bloco modernista na Zona Sul.
O tombamento ocorreu em setembro de 2010; qualquer intervenção passa agora pelo conselho municipal de patrimônio cultural. O rol de moradores carrega nomes reconhecidos da cena carioca há décadas — a cantora Katia B viveu no edifício por 27 anos, e o comediante Marcelo Madureira foi proprietário aqui de 2008 a 2018.
Vinte e quatro unidades, quase nunca anunciadas. Quando uma chega ao mercado de aluguel, é absorvida pela demanda reprimida pelas ruas de baixo gabarito do Jardim Botânico.
Onde os indivíduos nomeados declinaram atribuição, descrevemos o perfil do proprietário. Nenhuma identificação por endereço de moradores atuais.
A cantora e compositora viveu no edifício por 27 anos e já falou sobre isso na imprensa carioca.
O comediante do Casseta & Planeta foi proprietário de uma unidade de 2008 a 2018; a jornalista Scarlet Moon também morou no edifício.
No momento, não temos imóveis disponíveis no Edifício Antônio Ceppas. O estoque neste edifício gira raramente e, com frequência, fora dos portais. Informe-nos que está acompanhando — entraremos em contato assim que uma unidade estiver disponível.
Ou escreva diretamente: info@artdevivre.com.br
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